Capobianco y Osvaldo
Fattoruso en vivo. Foto: AFP
Adiós al
Shaker Pelín Capobianco
El músico uruguayo Roberto Capobianco, más conocido como "Pelín"
Capobianco, falleció la madrugada de ayer en Rio de Janeiro. Radicado desde
hace algunos años en Brasil, Capobianco falleció tras sufrir varias
complicaciones cardiorrespiratorias en los últimos días, agravadas por su
tabaquismo.
El País.com.uy / jue mar 26 2015
Junto a Hugo Fattoruso, Osvaldo Fattoruso y Caio Vila, Capobianco conformó
a comienzos de los años sesenta Los Shakers, banda fundacional de la música
uruguaya, recordada por su estilo muy cercano al de Los Beatles. De gran éxito
en Uruguay y Argentina, Los Shakers fue el inicio de fructíferas carreras en la
música para sus integrantes, destacados por la cantidad de estilos que supieron
frecuentar.
Durante su época en Los Shakers, donde se desempeñó como bajista y en
ocasiones bandoneonista y segunda voz, Capobianco participó en los discos Los
Shakers (1965), Break It All (1966), Shakers for You (1966) y La Conferencia
Secreta Del Totos Bar (1968).
En la foto a la derecha, Pelín es el primero desde la izquierda.
En Los Shakers Capobianco fue bajista, aunque posteriormente, como solista,
también supo destacarse en otros instrumentos como el bandeoneón, acordeón,
violín, contrabajo y guitarra, lo que lo llevó a ser miembro de las orquestas
sinfónicas de Montevideo, San Pablo y Rio de Janeiro. Hasta su muerte fue
integrante de la Orquesta Sinfónica Nacional en Brasil.
Entre 1978 y 1983, "Pelín" se desempeñó como productor y
arreglador para el sello discográfico R.C.A., trabajando para artistas como
Peninha y Antonio Marcos, entre otros.
Desde 1990, llevaba adelante el Grupo Capobianco, con su base de
operaciones en Rio de Janeiro, que integraba junto a sus hijos Juan Marcello
Capobianco (violín, flauta traversa) y Juan Felipe Capobianco (percusión y
violín).
En los años 70, ya estando radicado
en Brasil, Pelín junto con su ex compañero de los Shakers, Caio, y sus hermanos
“los pelines”, intentó sin suerte reflotar el nombre de los Shakers, (cuando
Hugo y Osvaldo estaban en los Estados Unidos), produciendo para Odeón de Brasil
un larga duración de vinil, bajo el nombre de “Shakers en el estudio todavía” que
caminó poco en aquel Brasil de la dictadura militar y del nacionalismo
exacerbado de “los noventa millones en acción”, etc. Y tampoco tuvo acogida, en
el Río de la Plata. Volviendo para atrás, en “Más largo que el ciruela” un tema
compuesto en homenaje al primer hijo de Hugo Fattoruso, se escucha un “fuelle”
con aires piazzolísticos, ejecutado por Pelín. (enrique)
Los
Shakers - Más Largo Que El Ciruela
Fuente: El País.com.uy
Algo más sobre Pelín y su estadía en Brasil
Pelin Capobianco, nascido no Uruguai, veio
morar no Rio de Janeiro em dezembro de 1968, poucos meses depois dos Shakers
terem se separado.
En la imagen, Pelín es el 2º de der.a izq.
Começou então a participar de gravações no
meio, com contrabaixo elétrico e acústico e era muito requisitado nas
gravadoras porque lia música em partitura, e na época a maioria dos músicos
populares só lia cifras.
Trabalhou também nessa mesma época numa Editora
de Música, tirando as melodias e cifrando.
Um cantor uruguaio radicado no Brasil, chamado
Santos Dumont, (que já tinha provado sorte em Buenos Aires, ex alumno do liceo
Zorrilla no final dos anos ’50 e vizinho de Magalhães e Durazno - enrique), foi
quem lhe deu a oportunidade de fazer seu primeiro arranjo o qual propiciou a
canção "Hello Mona Lisa" permanecer em 1º lugar de vendas, durante 1
ano inteiro.
Esse foi o começo de sua carreira de
arranjador, que por casualidade, não havia sido planejada. Apenas aconteceu,
devido ao vasto conhecimento que tinha de harmonia e de sua grande musicalidade
e vivência artística. Pois participara quando mais jovem, de vários Festivais
de Jazz, e isso lhe deu muita desenvoltura.
Em seguida, já conhecido pelo sucesso obtido,
foi requisitado por Marcio Greyck, para fazer os arranjos de seu disco. E outra
vez aconteceu o mesmo, a música "Impossível acreditar que perdi
você", foi sucesso absoluto por mais de 1 ano!
Nessa época chegou ao Rio, Caio Vila (baterista
dos Shakers) e juntos formaram uma Banda e gravaram um disco, com o qual eles
nunca estiveram de acordo, chamado "Shakers in the studio again".

Não fez sucesso, pois não era o que eles dois
queriam e também não foi corretamente trabalhado na produção e divulgação.
Pelin, já decidido a continuar sua carreira
como músico apenas, continuou estudando contrabaixo acústico e em 1973 prestou
concurso para o Teatro Municipal do Rio de Janeiro, onde passou em 1º lugar, e
durante 2 anos tocou nessa Orquestra.
Depois, outra vez por concurso, integrou a
Orquestra Sinfônica da USP, indo morar em São Paulo, onde permaneceu durante 3
anos.
Nesse período, foi convidado a participar como
professor de contrabaixo acústico em Curitiba, no Festival Internacional de
Música de Verão.
Intercalava tocando como convidado em outras
Orquestras, como Sinfônica Estadual de SP, Conjuntos de Câmera, e Bandas de
Jazz ( Silvio Mazzuca) e fazia muitas gravações em vários selos.
Numa dessas gravações, encontrou-se com alguns
amigos do Rio e o produtor Roberto Livi, que o convidou para voltar ao Rio e
trabalhar com ele, sendo co-produtor e arranjador na RCA e Polygram.
Durante 5 anos trabalhou com este grande
produtor e fez arranjos para uma infinidade de Artistas (Sidney Magal, Lilian
Knnap, Antonio Marcos, Peninha, e vários outros).
Nesses 5 anos, a RCA contratou Roberto Livi
como Diretor Artistico em Buenos Aires, e Pelin foi convidado também para fazer
parte como produtor e arranjador nesta cidade, além de diretor de repertório.
Voltou depois de uns anos para o Rio e em 1983
decidiu dedicar-se apenas à música Clássica como contra baixista acústico, e ingressou
por concurso nas Orquestras:
Sinfônica Brasileira (OSB) na parte da manhã, e
à tarde na Orquestra Sinfônica Nacional da Universidade Federal Fluminense
(OSN), onde permanece até os dias atuais, como líder de naipe de contrabaixo
acústico.
Nessa época, foi convidado para tocar na
apresentação de George Benson, no primeiro Rock In Rio.
Em 1990, paralelamente às suas funções na OSN,
Pelin formou o Grupo Capobianco, com o seu filho Juan Marcello, então com 16
anos, solista de violino, flauta transversa e flautim. E 8 anos depois veio
juntar-se ao pai e ao irmão, Juan Felipe, violinista e pandeirista.
Caracterizando assim, o som em família.
O Grupo Capobianco é reconhecido por seu
trabalho artístico-musical, indo do clássico ao popular, fazendo grandes apresentações
em todo o Estado do Rio de Janeiro até a atualidade.
www.grupocapobianco.com.br
http://laphonotecadeenrique.blogspot.com




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