jueves, 26 de marzo de 2015

PELÍN se fue de gira…



Capobianco y Osvaldo Fattoruso en vivo. Foto: AFP
Adiós al Shaker Pelín Capobianco
El músico uruguayo Roberto Capobianco, más conocido como "Pelín" Capobianco, falleció la madrugada de ayer en Rio de Janeiro. Radicado desde hace algunos años en Brasil, Capobianco falleció tras sufrir varias complicaciones cardiorrespiratorias en los últimos días, agravadas por su tabaquismo.
El País.com.uy / jue mar 26 2015
Junto a Hugo Fattoruso, Osvaldo Fattoruso y Caio Vila, Capobianco conformó a comienzos de los años sesenta Los Shakers, banda fundacional de la música uruguaya, recordada por su estilo muy cercano al de Los Beatles. De gran éxito en Uruguay y Argentina, Los Shakers fue el inicio de fructíferas carreras en la música para sus integrantes, destacados por la cantidad de estilos que supieron frecuentar.


Durante su época en Los Shakers, donde se desempeñó como bajista y en ocasiones bandoneonista y segunda voz, Capobianco participó en los discos Los Shakers (1965), Break It All (1966), Shakers for You (1966) y La Conferencia Secreta Del Totos Bar (1968).
En la foto a la derecha, Pelín es el primero desde la izquierda.
En Los Shakers Capobianco fue bajista, aunque posteriormente, como solista, también supo destacarse en otros instrumentos como el bandeoneón, acordeón, violín, contrabajo y guitarra, lo que lo llevó a ser miembro de las orquestas sinfónicas de Montevideo, San Pablo y Rio de Janeiro. Hasta su muerte fue integrante de la Orquesta Sinfónica Nacional en Brasil.

Entre 1978 y 1983, "Pelín" se desempeñó como productor y arreglador para el sello discográfico R.C.A., trabajando para artistas como Peninha y Antonio Marcos, entre otros.
Desde 1990, llevaba adelante el Grupo Capobianco, con su base de operaciones en Rio de Janeiro, que integraba junto a sus hijos Juan Marcello Capobianco (violín, flauta traversa) y Juan Felipe Capobianco (percusión y violín).
En los años 70, ya estando radicado en Brasil, Pelín junto con su ex compañero de los Shakers, Caio, y sus hermanos “los pelines”, intentó sin suerte reflotar el nombre de los Shakers, (cuando Hugo y Osvaldo estaban en los Estados Unidos), produciendo para Odeón de Brasil un larga duración de vinil, bajo el nombre de “Shakers en el estudio todavía” que caminó poco en aquel Brasil de la dictadura militar y del nacionalismo exacerbado de “los noventa millones en acción”, etc. Y tampoco tuvo acogida, en el Río de la Plata. Volviendo para atrás, en “Más largo que el ciruela” un tema compuesto en homenaje al primer hijo de Hugo Fattoruso, se escucha un “fuelle” con aires piazzolísticos, ejecutado por Pelín. (enrique)
Los Shakers - Más Largo Que El Ciruela
Fuente: El País.com.uy
Algo más sobre Pelín y su estadía en Brasil
Pelin Capobianco, nascido no Uruguai, veio morar no Rio de Janeiro em dezembro de 1968, poucos meses depois dos Shakers terem se separado.

 En la imagen, Pelín es el 2º de der.a izq.
Começou então a participar de gravações no meio, com contrabaixo elétrico e acústico e era muito requisitado nas gravadoras porque lia música em partitura, e na época a maioria dos músicos populares só lia cifras.
Trabalhou também nessa mesma época numa Editora de Música, tirando as melodias e cifrando.
Um cantor uruguaio radicado no Brasil, chamado Santos Dumont, (que já tinha provado sorte em Buenos Aires, ex alumno do liceo Zorrilla no final dos anos ’50 e vizinho de Magalhães e Durazno - enrique), foi quem lhe deu a oportunidade de fazer seu primeiro arranjo o qual propiciou a canção "Hello Mona Lisa" permanecer em 1º lugar de vendas, durante 1 ano inteiro.
Esse foi o começo de sua carreira de arranjador, que por casualidade, não havia sido planejada. Apenas aconteceu, devido ao vasto conhecimento que tinha de harmonia e de sua grande musicalidade e vivência artística. Pois participara quando mais jovem, de vários Festivais de Jazz, e isso lhe deu muita desenvoltura.
Em seguida, já conhecido pelo sucesso obtido, foi requisitado por Marcio Greyck, para fazer os arranjos de seu disco. E outra vez aconteceu o mesmo, a música "Impossível acreditar que perdi você", foi sucesso absoluto por mais de 1 ano!
Nessa época chegou ao Rio, Caio Vila (baterista dos Shakers) e juntos formaram uma Banda e gravaram um disco, com o qual eles nunca estiveram de acordo, chamado "Shakers in the studio again".



Não fez sucesso, pois não era o que eles dois queriam e também não foi corretamente trabalhado na produção e divulgação.
Pelin, já decidido a continuar sua carreira como músico apenas, continuou estudando contrabaixo acústico e em 1973 prestou concurso para o Teatro Municipal do Rio de Janeiro, onde passou em 1º lugar, e durante 2 anos tocou nessa Orquestra.
Depois, outra vez por concurso, integrou a Orquestra Sinfônica da USP, indo morar em São Paulo, onde permaneceu durante 3 anos.
Nesse período, foi convidado a participar como professor de contrabaixo acústico em Curitiba, no Festival Internacional de Música de Verão.
Intercalava tocando como convidado em outras Orquestras, como Sinfônica Estadual de SP, Conjuntos de Câmera, e Bandas de Jazz ( Silvio Mazzuca) e fazia muitas gravações em vários selos.
Numa dessas gravações, encontrou-se com alguns amigos do Rio e o produtor Roberto Livi, que o convidou para voltar ao Rio e trabalhar com ele, sendo co-produtor e arranjador na RCA e Polygram.
Durante 5 anos trabalhou com este grande produtor e fez arranjos para uma infinidade de Artistas (Sidney Magal, Lilian Knnap, Antonio Marcos, Peninha, e vários outros).
Nesses 5 anos, a RCA contratou Roberto Livi como Diretor Artistico em Buenos Aires, e Pelin foi convidado também para fazer parte como produtor e arranjador nesta cidade, além de diretor de repertório.
Voltou depois de uns anos para o Rio e em 1983 decidiu dedicar-se apenas à música Clássica como contra baixista acústico, e ingressou por concurso nas Orquestras:
Sinfônica Brasileira (OSB) na parte da manhã, e à tarde na Orquestra Sinfônica Nacional da Universidade Federal Fluminense (OSN), onde permanece até os dias atuais, como líder de naipe de contrabaixo acústico.
Nessa época, foi convidado para tocar na apresentação de George Benson, no primeiro Rock In Rio.
Em 1990, paralelamente às suas funções na OSN, Pelin formou o Grupo Capobianco, com o seu filho Juan Marcello, então com 16 anos, solista de violino, flauta transversa e flautim. E 8 anos depois veio juntar-se ao pai e ao irmão, Juan Felipe, violinista e pandeirista. Caracterizando assim, o som em família.


O Grupo Capobianco é reconhecido por seu trabalho artístico-musical, indo do clássico ao popular, fazendo grandes apresentações em todo o Estado do Rio de Janeiro até a atualidade.

www.grupocapobianco.com.br
http://laphonotecadeenrique.blogspot.com

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